Um de cada vez
O espetáculo foi resultado de pesquisa corporal a partir da Técnica Alexander, durante o Festival FID 2005 - Fórum internacional de dança, em formato de residência de criação.
Sob a direção de Raquel Pires, as bailarinas selecionadas para a bolsa território minas, entre elas, Vitória Cunha, trabalharam durante três meses experimentando e co criando. O resultado teve estreia no encerramento do FID daquele ano.
Após o encerramento do festival, o grupo de bailarinas, intitulado TM5, voltou a se reunir para apresentações no espaço cultural Meia ponta em Belo Horizonte 2006 e no espaço cultural Quik cidadania em nova Lima em 2007.


As observações acerca dos princípios da técnica Alexander, serviram como um dos parâmetros investigativos deste projeto coreográfico. Estes levaram o grupo a compreensão de que o corpo, a cognição e o ambiente em que vivemos com definem o modo de sermos no mundo.
Não somente o modo de dançarmos ou coreografarmos. O entendimento da percepção como ação relacional, e não como uma faculdade de recepção passiva. É uma outra compreensão prática deste grupo.
























