top of page

João Maria

Entre o audiovisual e a dança Vitória Cunha foi convidada para fazer direção de corpo para o espetáculo. 
Os artistas gravaram juntos, mas ensaiaram separadamente. À direção cabia juntar esse quebra cabeça entendendo essa preparação que era individual para um desdobramento coletivo.
Segundo a artista, foi "um grande desafio dirigir" trabalho corporal pela tela, em um momento em que a Pandemia não permitia encontros em grupos. 

​

​

​

​

Screenshot_5.png
Screenshot_2.png

"De dentro para fora do espaço de seu domínio pleno, vai para a rua de todo mundo, onde ninguém é de ninguém. Sua proteção é sua elegância jovial e atual, andrógina e adornada com símbolos da boêmia: a flor e o chapéu. Seus guias são os fantasmas sensuais das criaturas notívagas: o cavalheiro viril e elegante de um lado, e a mulher maravilhosa, brilhante, única que canta a vida!" (Fábio Dornas)

O espetáculo fala de uma pessoa que vive a dor e a delícia da sedução por profissão.

© 2026 Vitória Cunha. Todos os direitos reservados.

bottom of page