João Maria
Entre o audiovisual e a dança Vitória Cunha foi convidada para fazer direção de corpo para o espetáculo.
Os artistas gravaram juntos, mas ensaiaram separadamente. A direção cabia juntar esse quebra cabeça entendendo essa preparação que era individual para um desdobramento coletivo.
Um grande desafio dirigir trabalho corporal pela tela, em um momento em que a Pandemia não permitia encontros em grupos.


De dentro para fora do espaço de seu domínio pleno, vai para a rua de todo mundo, onde ninguém é de ninguém. Sua proteção é sua elegância jovial e atual, andrógina e adornada com símbolos da boêmia: a flor e o chapéu. Seus guias são os fantasmas sensuais das criaturas notívagas: o cavalheiro viril e elegante de um lado, e a mulher maravilhosa, brilhante, única que canta a vida!


